Acusado do 'maior roubo de joias da história dos EUA' se autodeportou para evitar julgamento, afirmam promotores

  • 26/01/2026
(Foto: Reprodução)
vitrine de joias exibindo algumas das peças roubadas durante um assalto ocorrido em 11 de julho de 2022 no sul da Califórnia FBI via AP O Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos permitiu que um dos acusados do roubo de joias avaliadas em US$ 100 milhões - o equivalente a R$ 526 milhões -, considerado o maior da história do país, se autodeportasse, afirmam promotores. Segundo documentos obtidos pela imprensa da ação judicial movida sobre o caso, Jeson Nelon Presilla Flores foi para o Equador, após solicitar sua saída voluntária dos EUA, em dezembro do ano passado, evitando ir a julgamento. Flores é um dos sete acusados de perseguir um carro-forte até uma área de descanso em uma rodovia rural ao norte de Los Angeles e roubar milhões em diamantes, esmeraldas, ouro, rubis e relógios de grife em 2022. Caso fosse condenado, poderia enfrentar até 15 anos de prisão federal. Ao ser acusado, ele se declarou inocente. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Os procuradores que cuidam do caso do roubo das joias souberam que Flores havia deixado os EUA quando o advogado dele, John D. Robertson, apresentou uma moção para arquivar a acusação contra seu cliente, pedindo que as acusações fossem retiradas permanentemente e o caso encerrado. De acordo com os documentos judiciais apresentados pelos advogados de defesa de Flores, ele foi detido em setembro por agentes do ICE, apesar de ser residente permanente legal e ter sido libertado sob fiança. Isso, argumentam eles, constitui uma violação de seus direitos em um processo criminal e justifica o arquivamento. Os promotores se opuseram à moção e afirmam que ainda esperam levar Flores a julgamento: "Os promotores devem permitir que o processo de imigração civil siga seu curso independentemente enquanto as acusações criminais estiverem pendentes. Foi exatamente isso que fizeram neste caso — involuntariamente em benefício do réu, já que ele agora evitará o julgamento e qualquer possível condenação e sentença, a menos que e até que retorne aos Estados Unidos". Os joalheiros que sofreram o roubo estão indignados e exigem respostas. Jerry Kroll, advogado de algumas das joalherias, afirmou ao Los Angeles Times: “Quando um réu em um grande caso federal de roubo deixa o país antes do julgamento, as vítimas ficam sem respostas, sem um veredicto e sem um desfecho. Para os nossos clientes — joalheiros que perderam o trabalho de uma vida inteira — este resultado expõe uma lacuna no sistema que merece transparência. Eles têm direito a respostas claras sobre como isso aconteceu e se existem medidas de segurança para evitar que se repita". Procurado pela agência de notícias Associated Press para comentar o caso, o ICE não respondeu.

FONTE: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/01/26/acusado-do-maior-roubo-de-joias-da-historia-dos-eua-se-autodeportou-para-evitar-julgamento-afirmam-promotores.ghtml


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