Irã quer executar 'plano letal e malígno' na Europa, diz acusação conjunta dos EUA e países europeus
10/06/2026
(Foto: Reprodução) Iranianos passam por faixa com a foto do comandante da Guarda Revolucionária Islâmica morto, Mohammad Pakpour, em Teerã, no dia 21 de abril de 2026
Majid Asgaripour/Wana/Reuters
Os Estados Unidos, a Austrália, aliados europeus e outros países condenaram, em uma declaração conjunta divulgada nesta quarta-feira (10), os planos de organizações do governo do Irã para assassinar dissidentes iranianos, jornalistas e comunidades judaicas.
"Estamos unidos em nossa determinação de proteger nossos países e nossos povos contra essas ameaças. A República Islâmica do Irã deve cessar essas ações imediatamente", diz a declaração divulgada pelo Departamento de Estado dos EUA.
O grupo de nações citou "planos letais" e outras ações da Organização de Inteligência da Guarda Revolucionária Islâmica, das Força Quds e do Ministério da Inteligência e Segurança.
Eles também condenaram uma recente onda de ataques na Europa reivindicados pelo grupo pró-Irã Harakat Ashab al-Yamin al-Islamiya (HAYI).
"Tentativas de matar, sequestrar, assediar, intimidar ou atacar pessoas em nosso território minam a soberania nacional e as normas internacionais. Essas ações devem cessar imediatamente", escreveram os países.
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