Israel afirma ter atacado 'mais de 80 alvos' no Líbano e matado 'dezenas' de membros do Hezbollah; VÍDEO

  • 19/06/2026
(Foto: Reprodução)
Israel mostra ataques a terroristas do Hezbollah no sul do Líbano Israel afirmou ter atacado "mais de 80 alvos" no Líbano nesta sexta-feira (19) e matado "dezenas" de membros do Hezbollah, em um comunicado nas redes sociais. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp SANDRA COHEN: Trump impõe série de humilhações públicas a Netanyahu As Forças Armadas israelenses disseram que ofensiva foi uma resposta às "repetidas e flagrantes violações do cessar-fogo" pelo grupo extremista, depois de anunciarem, pouco antes, que quatro oficiais morreram em combates no sul do Líbano na quinta-feira (18) e que quatro ficaram feridos em um ataque de drone. "Durante a noite, as Forças de Defesa de Israel atacaram mais de 80 centros de comando, terroristas, posições de lançamento e outros locais de infraestrutura terrorista na região de Nabatieh e em outras áreas do sul do Líbano, dentro e além da Zona de Segurança. Há pouco tempo, em resposta às repetidas violações do cessar-fogo pela organização terrorista Hezbollah, atacaram dois centros de comando do Hezbollah no Vale do Beqaa, enquanto terroristas do Hezbollah operavam dentro deles", revela a mensagem. De acordo com o Ministério da Saúde do Líbano, os ataques israelenses desta sexta mataram 47 pessoas e feriram 97. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu também se pronunciou. Lamentou a morte dos soldados e declarou que Israel não tolerará ataques contra seus soldados ou território, e reafirmou que Israel não deixará o Líbano. "A minha diretiva é clara: Israel não tolerará ataques às nossas tropas ou ao nosso território, e cobrará um preço muito elevado do Hezbollah por estes ataques. As FDI agirão para frustrar qualquer ameaça às nossas forças e ao nosso território", postou na rede social X. A Zona de Segurança citada no comunicado das FDI é uma grande área do sul do Líbano, demarcada a cerca de 10 quilômetros de distância para a fronteira de Israel. O objetivo, segundo o governo de Benjamin Netanyahu, é "fortalecer a defesa dos residentes do norte de Israel". Israel divulga mapa com 'zona de segurança' no sul do Líbano, com 10 km de distância para a fronteira do país Forças de Defesa de Israel / Divulgação Um mapa mostrando onde o governo israelense deseja manter a ocupação de suas tropas no território libanês (veja acima) foi divulgado nesta quinta, em desafio ao acordo firmado entre Estados Unidos e Irã. "Soldados continuam sua missão no sul do Líbano, com foco em desmantelar a infraestrutura estratégica subterrânea que a organização terrorista Hezbollah construiu na área de Beaufort ao longo de muitos anos", reafirmou o Exército israelense nesta sexta. O acordo de paz assinado na quarta-feira pelos EUA com o Irã nesta quarta-feira (17) exige o fim dos combates em todas as frentes, inclusive no Líbano, e que as partes garantam “a integridade territorial e a soberania" do país. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, no entanto, vem rejeitando continuamente os apelos do presidente norte-americano, Donald Trump, para retirar suas tropas do território libanês e parar com os bombardeios. Depois de assinatura de acordo preliminar entre EUA e Irã, Israel posta mapa com ocupação militar no Líbano Duas autoridades israelenses, incluindo uma autoridade de alto escalão próxima a Netanyahu, que falaram à agência de notícias Reuters sob condição de anonimato, afirmaram nesta quinta que Israel está mantendo negociações com os EUA sobre a manutenção do destacamento de suas tropas no sul do Líbano e as descreveu como "difíceis". Ambos disseram que Israel não recuaria da posição de que suas tropas permaneceriam mobilizadas no Líbano e criticaram o acordo firmado pelos EUA, dizendo que ele não foi longe o suficiente para abordar as preocupações israelenses em relação ao programa nuclear iraniano. Na semana passada, o presidente dos EUA admitiu pela primeira vez que havia tido uma discussão acalorada com o premiê israelense, seu aliado de longa data. Trump chegou a afirmar que chamou Netanyahu de "louco" e não escondeu sua frustração com as ações militares de Israel na capital libanesa, Beirute, afirmando que não era necessário bombardear prédios residenciais inteiros para caçar militantes do Hezbollah. O republicano sugeriu até que a Síria passasse a lidar com o grupo extremista: "Se Israel não consegue fazer o trabalho sem matar todo mundo, a Síria deveria fazê-lo".

FONTE: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/06/19/israel-afirma-ter-atacado-mais-de-80-alvos-no-libano-e-matado-dezenas-de-membros-do-hezbollah.ghtml


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