Meloni reage a imagem falsa sua de lingerie que viralizou: 'Verifique antes de compartilhar'
05/05/2026
(Foto: Reprodução) A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, em 15 de abril de 2026
REUTERS/Remo Casilli
A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, denunciou nesta terça-feira (5) que deepfakes com a sua imagem, feitos com Inteligência Artificial, estão circulando na internet. Meloni pediu que as pessoas sempre verifiquem a veracidade das informações antes de compartilhar.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
Meloni compartilhou em suas redes sociais a imagem falsa, em que aparece de lingerie sentada em uma cama e sorrindo, e alertou o público que não se pode acreditar em tudo que se vê na internet.
A publicação falsa mostrava o deepfake com a frase "ela não sabe o que é vergonha" e tinha como objetivo diminuir sua imagem como política. (Veja mais abaixo)
A premiê italiana afirmou que se pronunciou sobre o caso porque muitas outras pessoas sofrem com publicações falsas e não têm o alcance que ela tem para poderem se defender.
"Nestes dias estão circulando várias fotos falsas minhas, geradas com inteligência artificial e divulgadas como se fossem reais. (...) Para atacar e inventar falsidades, hoje em dia realmente se usa qualquer coisa. (...) Os deepfakes são uma ferramenta perigosa, porque podem enganar, manipular e atingir qualquer pessoa. Eu posso me defender. Muitos outros não", afirmou Meloni em publicação nas redes sociais.
Initial plugin text
Meloni pediu que as pessoas verifiquem a autenticidade de conteúdos online antes de aceitá-los ou compartilhá-los.
Esta não é a primeira vez que a premiê italiana sofre com esse tipo de crime. Meloni abriu um processo por difamação há dois anos contra um homem da Sardenha acusado de criar imagens pornográficas falsas com o rosto dela usando deepfake e publicá-las na internet. O caso continua em andamento.
Em um caso semelhante também na Itália, um grupo na rede social Facebook chamado Mia Moglie ("Minha esposa") foi encerrado e seus integrantes foram condenados por compartilharem imagens íntimas de mulheres sem o consentimento delas.
Vídeos em alta no g1