Paquistão pede a Trump que adie ultimato ao Irã por duas semanas; Casa Branca diz que vai responder em breve

  • 07/04/2026
Trump diz que Irã pode ser "derrotado numa noite, talvez na terça-feira" O primeiro-ministro do Paquistão, que atua como mediador nas negociações da guerra entre EUA, Israel e Irã, pediu ao presidente dos EUA, Donald Trump, que adie o prazo dado a Teerã em duas semanas. Trump estabeleceu prazo até as 21h desta terça-feira (7) para reabertura do Estreito de Ormuz. Ele afirmou que "uma civilização inteira morrerá esta noite", caso o regime iraniano não reabra a via marítima. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp 🔴 AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias da guerra O primeiro-ministro do Paquistão também solicitou ao Irã a reabertura do Estreito de Ormuz pelo mesmo período, como gesto de boa vontade e pediu que todas as partes em conflito adotem um cessar-fogo de duas semanas para permitir o avanço da diplomacia. Segundo o premiê, os esforços diplomáticos por um acordo de paz no Oriente Médio “avançam de forma constante”. O embaixador do Irã no Paquistão disse em uma publicação nas redes sociais, na noite de terça-feira (7), que a diplomacia para pôr fim à guerra deu um “passo à frente”, saindo de uma fase “crítica e sensível”. Ele completou dizendo que "no próximo estágio, respeito e cortesia devem substituir retórica e redundância". ➡️​Trump está ciente da proposta do Paquistão e vai responder em breve, segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, informou ao site americano Axios nesta terça-feira. ➡️​O Irã também recebeu a proposta e disse que está "analisando positivamente" o pedido de cessar-fogo por duas semanas, fontes disseram à agência de notícias Reuters. Dia decisivo A guerra no Oriente Médio entrou em um dia decisivo nesta terça-feira (7). A manhã foi marcada por intensos ataques na região, a poucas horas do fim do prazo dado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o Irã reabrir totalmente o Estreito de Ormuz. Em meio à escalada militar, tanto Trump quanto o Irã dobraram suas apostas e renovaram ameaças nesta terça. O presidente dos EUA afirmou que "uma civilização inteira morrerá esta noite", caso o regime iraniano não reabra a via marítima. Já o Irã manteve o tom desafiador. Em entrevista à agência Reuters, uma autoridade iraniana de alto escalão afirmou que o país não vai reabrir Ormuz em troca de "promessas vazias" e ameaçou fechar também a via marítima de Bab el-Mandeb, "se a situação sair do controle". Esta é a única alternativa marítima ao fechamento de Ormuz, conectando o Oceano Índico ao Mar Vermelho. A autoridade iraniana ameaçou ainda deixar "todo o Oriente Médio no escuro" se os EUA atacarem as usinas de energia do Irã. Veja, abaixo, o que ocorreu nesta terça: Donald Trump renovou o ultimato que deu ao Irã para reabrir o Estreito de Ormuz. Na tentativa de pressionar Teerã, disse, em uma postagem em sua rede social Truth Social, que "uma civilização inteira morrerá esta noite", em referência a ataques que promete fazer caso o prazo não seja atendido; Antes mesmo do ultimato expirar, os EUA já atacaram a estratégica ilha de Kharg, no Irã, segundo o vice-presidente J.D. Vance. Kharg, que estoca cerca de 90% de todo o petróleo produzido no Irã, foi atacada pela 2ª vez na guerra, mas sua infraestrutura petrolífera foi poupada novamente; Israel também não esperou o prazo e anunciou ter feito "amplos ataques" ao redor do território iraniano nesta terça, atingindo pontes, trens, aeroportos e edifícios. Entre os alvos estão uma ponte em Qom, uma das maiores cidades do país. Uma petroquímica em Shihaz, também foi atingida; Várias explosões atingiram Teerã, e uma delas matou 9 pessoas, segundo a mídia local. Israel pediu que iranianos não viajem em trens, e ataques a ferrovias já foram registrados; O Irã revidou. Convocou a população a formar escudos humanos ao redor de usinas e anunciou que a época 'de boa vizinhança' com países do Golfo acabou e que abandonará qualquer contenção em novos ataques. O regime iraniano manteve o tom desafiador. Em entrevista à agência Reuters, uma autoridade iraniana afirmou que o país não vai reabrir Ormuz em troca de "promessas vazias" e ameaçou fechar também a via marítima de Bab el-Mandeb, "se a situação sair do controle".

FONTE: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/04/07/paquistao-pede-para-trump-adiar-ultimato-a-ira-por-duas-semanas.ghtml


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